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Empresas · Gestão de resíduos

Como a sua empresa pode vender resíduo

Armazenamento, transporte e destinação: o caminho para transformar papelão e plástico filme em receita.

Papelão e plástico filme costumam entrar na conta da empresa como custo: ocupam espaço, atrapalham a operação e alguém precisa dar um jeito neles. Com organização simples, esse resíduo deixa de ser despesa e vira receita. O caminho tem três etapas.

1. Armazenamento dentro da empresa

O primeiro passo é definir onde o resíduo fica entre a geração e a coleta. As opções mais comuns:

Em qualquer opção, dois cuidados fazem diferença no valor: manter o material seco e separar papelão de plástico desde a origem.

2. Transporte até o destinador

Levar o resíduo até quem vai reciclar tem custo — combustível, motorista, tempo. Aqui há dois caminhos:

Em ambos os casos, vale a regra: material compactado viaja mais barato. Caixa montada é ar sendo transportado.

3. Destinação: remunerada ou cobrada

É aqui que a conta muda de sinal. Resíduo comum (lixo misturado, material contaminado, rejeito) tem destinação cobrada: a empresa paga para alguém dar o destino correto.

Papelão e plástico filme, quando bem separados, têm destinação remunerada: a Reso compra o material. A mesma operação que antes custava passa a gerar receita.

Além do valor, a empresa recebe o Certificado de Destinação Final (CDF) e a baixa do MTR — a documentação que comprova a destinação correta e mantém a empresa em dia com a legislação ambiental.

Resumo prático Separe na origem, guarde seco e compactado, e escolha um destinador que remunere. Três decisões que transformam um custo recorrente em receita recorrente.

Quer saber quanto o resíduo da sua empresa vale?

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